A constante automação da indústria brasileira e a busca pela quebra do estigma do trabalho feminino na categoria já podem ser sentidas no chão de fábrica e também nos números do segmento.

Segundo dados do Senai/PR, a participação de mulheres na indústria alimentícia cresceu 49,3% entre os anos de 1995 e 2015 – um salto de 23,9% para 35,8% na proporção dos postos de trabalho ocupados por elas. Em números absolutos, o setor é o maior empregador feminino do estado: cerca de 69 mil mulheres atuam diariamente na produção de alimentos.

Referência no setor, a Alegra é uma das empresas que contribuem para que a participação feminina apresente resultados expressivos nos últimos seis anos. Atualmente, a companhia possui 46% do seu quadro de colaboradores compostos por mulheres.

“A Alegra valoriza as mulheres e todas as contribuições que elas podem trazer à nossa rotina produtiva. Além disso, valorização das pessoas é um pilar para a empresa, então a equidade acaba vindo naturalmente”, afirma o coordenador de gestão de pessoas da Alegra, Ray Charlys Torres.

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